Este blog de crônicas faz uma pausa e meio compasso para uma poesia. Nasci em uma casa de telha-vã,
Portas entreabertas
E cheiro de alfazema
Entrando pelo quintal.
Quando me visitares
-não interessa em que cidade,
Estado ou país-
Pela janela do meu quarto
Sempre entrará o mesmo perfume
Que embalava os meus
Sonhos infantis...


27 de maio de 2011 14:38
Nenhum comentário? Estranho...
Tô me acabano de rir do seu amigo Agnelo. Que vexame!
(Por que será que rimos tanto com histórias escatológicas?)
27 de junho de 2011 19:59
Fiquei com vontade de mais poesias... parou de escrevê-las? E aquelas da época da faculdade??? Sem pressão, claro!!! rssss
27 de junho de 2011 20:00
Fiquei com vontade de mais poesias... parou de escrevê-las? E aquelas da época da faculdade??? Sem pressão, claro!!! rssss